• Puro conteúdo Reformado!

    ReformedSound

    .

    .

    ( Capítulo 1 – O Sacrifício e a cicatriz - estávamos "mortos", o que os mortos fazem? ). Eu fui a Hogwarts com meu filho, e saímos de lá muito mais sábios espiritualmente!




    Antes de chegar a grande teologia neste texto (artigo), deixe-me mostrar como eu e meu filho chegamos lá. Eu li os livros de Harry Potter junto com meu filho mais velho (Ele ainda era uma criança e não esperávamos que o livro saísse no Brasil – era sempre lançado antes em inglês – eu lia com ele) Gostamos tanto de ler juntos, que quando ele já podia ler sozinho, continuamos lendo juntos e fazendo links com a maior História já contada e que teve seu clímax numa cruz.


    Uma coisa que era desconcertante para mim era o fato de que, em muitos círculos, igreja... os livros não foram lidos e os filmes não foram vistos. Por medo de vassouras voadoras, varinhas mágicas... muitos pais privaram seus filhos da oportunidade de irem a Hogwarts com Harry. Supostamente, esse desprezo é esperado, especialmente quando os temas encontrados nos livros (e não os feitos e temas mágicos) são a verdadeira ameaça. Temas como o amor ressuscitando os mortos, a força provando-se na fraqueza, a esperança brilhando através do imenso sofrimento...  essas mensagens vão te matar, afinal. “São perigosas!”


    Certamente isso não impediu as crianças de lerem os livros ou assistirem aos filmes, no entanto. Grande parte fez isso escondido. Destes lugares escondidos, com carros voadores e rãs de chocolate vivas, elas encontraram a sabedoria escondida desde a fundação do mundo, se prestaram atenção. Não sei se prestaram, infelizmente. Meu filho prestou, pois eu estava lá com ele em Hogwarts e com o Harry.


    Foi possível achar sabedoria escondida de Deus nestas leituras? Alguém me perguntou... Ah! Foi... profunda sabedoria, além de ser divertido, é claro.


    Por exemplo, a Cicatriz!


    A cicatriz tornou-se uma marca conhecida. A cicatriz em forma de relâmpago do Harry ( em sua testa ) é como o “S” do Superman. É uma marca irônica para um herói, ( uma cicatriz ) – não esperamos que a marca mais importante do herói seja uma cicatriz feita em aparente fraqueza. Mas importante também era o que naquele momento a cicatriz representava  para Harry e o resto do mundo bruxo, um evento de imensa devastação. Mas é apenas a primeira marca de um tema recorrente dentro das crônicas de Harry Potter: de viver com as próprias feridas, que só através da experiência e do confronto do sofrimento se pode viver verdadeiramente.


    A origem dela  é bem conhecida. Quando Harry tinha apenas um ano, seus pais foram mortos pelo malvado Lord Voldemort. Mas quando Voldemort tentou matar Harry, a maldição mortal ricocheteou inesperadamente e atingiu o próprio Valdemort – o maligno foi atingido quando pensou que estava vencendo - e Voldemort estava fora de combate. Aconteceu que Harry estava protegido por um encanto que Voldemort não conseguia entender. Era impossível para ele entender devido a sua natureza deformada - o amor. Tudo o que restava da maldição fracassada era uma cicatriz em forma de raio na testa de Harry. Como Dumbledore explica, "Ele vai ter essa cicatriz para sempre ... Cicatrizes podem vir a calhar. Eu tenho uma acima do meu joelho esquerdo que é um mapa perfeito do metrô de Londres. "


    Dumbledore prefigura um fio que vai desde a abertura do primeiro filme até a cena final do último filme ou livro: Uma cicatriz marca o sofrimento, mas também pode agir como uma avenida através da qual a Redenção acontece e é o mapa do caminho de volta para casa está marcado a fogo.


    Harry cresce ao descobrir que sua cicatriz é muito mais do que algo para se lembrar, gabar ou lamentar; é uma conexão física e mental com Voldemort. A evidência da realidade do mal. Harry está numa viva comunhão de dor com seu inimigo mais escuro, inseparavelmente ligado a ele. Ele às vezes pode ver o que Voldemort vê, sentir o que Voldemort sente. À medida que Harry cresce e os poderes de Voldemort se fortalecem, essa ligação se intensifica. Rowling retrata essa ferida como a cruz que Harry deve suportar, uma vida dentro dele que não é sua, cuja força é quase impossível de se opor. Harry encontra uma utilidade  para essa ligação, mas essa proximidade também é intolerável. A dor desta conexão é temperada apenas pela mesma coisa que também salvou Harry quando era criança: o amor .



    No final do primeiro filme, Dumbledore explica a Harry o poder que foi estampado sob sua pele - o amor de sua mãe. Independentemente da própria força de Harry, algo totalmente externo a ele - a força do amor que levou a tão grande sacrifício, e que ele herdou, é o que está mantendo ele. Para Dumbledore, a cicatriz de Harry também está sujeita ao poder do amor imputado: "[Sua mãe] se sacrificou e deu a vida por você, e esse tipo de ato deixa uma marca ... Esse tipo de marca não pode ser vista. Ela vive em sua própria pele ... Amor, Harry. Amor."


    Sem me aguentar, eu colocaria um versículo aqui, mesmo antes de chegar ao grande tema teológico: “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” - 2 Coríntios 5:14,15 – O amor, o sacrifício imputado e o poder de viver fluindo dele.


    Ao longo de toda a série Harry Potter, descobrimos que o amor é o único antídoto de Harry para o imenso sofrimento trazido pela sua união com a escuridão. Só esse amor imerecido poderia vencer a escuridão em nós – “Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado.” Efésios 1:5,6

    A primeira parte do filme As Relíquias da Morte,  termina com o enterro do querido elfo doméstico Dobby. É de partir o coração - Dobby  morreu para salvar Harry. Também termina com, no mesmo momento, a aquisição de Voldemort da Varinha Anciã, ou a Varinha das varinhas ( que lhe dá um grande poder mortal). As duas coisas acontecendo na mesma noite, como na noite em que  a cicatriz de Harry foi produzida -  o que nos mostra o poder inexorável da morte encontrando de novo o improvável poder do amor sacrificial. Harry acha que sua marca de amor imputado é vitoriosa, mesmo aqui nesta noite escura. Rowling escreve:


    "A raiva e furor de Voldemort era terrível e, no entanto, a dor de Harry por Dobby ( que morreu para que ele sobrevivesse)  parecia diminuí-la, de modo que o ódio de Voldemort se tornou uma tempestade distante que atingiu Harry através de um vasto e silencioso oceano ... Sua cicatriz queimou, mas ele era agora mestre da sua dor; Ele sentia, mas estava separado disso ... O pesar por Dobby e a contemplação do seu ato sacrificial, ao que parece, afastou Voldemort ... embora Dumbledore, claro, teria dito que era o amor ..."


    Uma das características do homem regenerado, é um coração com essa profunda percepção do grande amor que o alcançou.


    Você  já se sentiu especialmente amado por Deus,  por exemplo,  como descrito Efésios 2: 4-5 ? " Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões — pela graça vocês são salvos.”


    "Por causa do grande amor com que nos amou". Essa frase é usada apenas aqui em todo o Novo Testamento. Deixe eu te pressionar este peso imenso e maravilhoso: "O grande amor". Certamente Paulo quer que os Efésios, e nós, apreciemos como todo o coração sermos grandemente amados imerecidamente  e soberanamente por um Deus que não tem nenhuma necessidade de nós.


    Foi a imensidão desse amor que moveu Deus a nos “tornar vivos” ao preço de um sacrifício imensurável.


    “...pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida!” Essa é a causa e nada mais. Nossa vida, nosso valor, nossa suposta importância... nada disso foi causa de nada aqui. Seu grande amor soberano é a causa de nossa vida, quando não só estávamos mortos, mas como merecíamos estar mortos. Seu grande amor é a causa e ponto. Nossa vida não causou a grandeza do seu amor – nossa vida só podia causar sua ira – foi o Seu Amor, a grandeza do seu amor que causou nossa vida. É o contrário do que o humanismo – mesmo na igreja – supõe ou afirma. A grandeza do seu amor nos fez vivos.


    Antes, estávamos "mortos".  O que os mortos fazem?


    "...quando ainda estávamos mortos em transgressões, Deus nos fez vivos." Mortos-vivos existem não só em filmes – eles enchem a terra.  Jesus disse: "Deixe os mortos enterrarem  os seus próprios mortos" ( Lucas 9:60 ). Antes que Deus nos fizesse viver, nós éramos mortos-vivos.


    Alguns anos atrás vi um filme surpreendente chamado O Sexto sentido. Um menino parecia estar sofrendo de um transtorno mental. Mas seus problemas tinham origem no fato de que ele via fantasmas. Mas os fantasmas que ele via não sabiam que eram fantasmas. Não sabiam que estavam mortos. Um psicólogo infantil tenta ajudar o menino, mas esse psicólogo não percebe que ele também está morto. Uma das cenas mais impactantes no filme é quando o garotinho olha para o psicólogo e diz: “Eu vejo gente morta!”


    Cada vez mais na literatura, cinema, youtube... cresce uma fascinação mórbida pela morte, pessoas morrendo, mortos... Zumbis! Zumbis são criaturas (fictícias), homens mortos que são reanimados, andam, devoram... apesar de estarem mortos...


    Apesar de não crermos em zumbis, vemos um mundo cheio de mortos vivos. Vivem ao nosso redor, entre nós, se casam, tem filhos, amam, lutam, odeiam, tiram férias, frequentam igreja... estamos literalmente cercados por mortos vivos.


    Nós não somente estávamos entre eles, como de fato éramos um deles. Paulo diz: “E vos vivificou, estando vós mortos em delitos e pecados” – Efésios 2.1 – A palavra usada significa literalmente cadáver. Paulo está dizendo que cada membro da igreja em Éfeso antes eram completamente desprovidos de vida espiritual. Ele está dizendo que pecadores perdidos são completamente incapazes e também indispostos de chegar a Deus por iniciativa própria.



    Todos nós sabemos o que morte significa. Uma pessoa morta é incapaz de responder a qualquer estímulo. Quando a pessoa morre seu corpo é reduzido a um vazio infinito, todo estímulo é fútil, não há capacidade de ouvir, falar, pensar... Os toques que antes tanto emocionavam já não produz nada, as vozes familiares ao ouvido caem agora num mundo de silêncio impenetrável. O corpo que foi cheio de vida agora não passa de uma concha vazia. Todas as famílias da terra já tiveram experiência com a morte, cada cidade tem cemitérios cheios de tristeza todos os dias...



    Um homem morto perdeu toda a capacidade de responder ao mundo físico, e essa é a ilustração perfeita colocada por Paulo sobre os homens que não foram regenerados.


    A morte é o oposto da vida. Cristo em João 17.3 diz: “E a vida eterna é essa: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro...”. João repete a mesma verdade: “Aquele que tem o Filho tem a vida, e quem não tem o Filho de Deus não tem vida” – 1 João 5.12. O homem natural está morto. Ele vive, se move, ri, busca prazer... mas está morto enquanto vive. Não está morto para o mundo, mas está morto para Deus. Ele não está num estado de enfermidade mas que ainda sobra alguma vida que o deixe capaz de alguma reação em direção a Deus. Ele está morto.



    Infelizmente grande parte da “igreja” de nossos dias acredita, contrariando todo o ensino bíblico,  que os perdidos tem uma capacidade de aproximação de Deus se desejarem, e em seus próprios termos, e quando bem entenderem... Mas os fatos são bem diferentes. Estão mortos. São incapazes de se achegar a Deus, se alguém tiver que ser salvo, Deus terá que soberanamente fazê-lo. É isso que Cristo ensinou em João 6.44: “ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer”. O homem precisa de uma ressurreição para vir a Cristo, e isso amigo, é uma obra inteiramente de Deus.


    É por isso que as coisas espirituais não significam nada para o homem natural. É por isso que as coisas que agitam o coração regenerado nunca agita o coração do homem natural. Ele está morto. É por isso que ouvem o evangelho e  estão insensíveis as coisas de Deus. Quando Adão pecou, seus filhos morreram com ele: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” – Romanos 5.12


    O homem regenerado não ouviu apenas a proclamação geral do evangelho. Ele ouviu um chamado específico, pessoal e eficaz: “Lázaro, sai para fora!” João 11.43


    “E vos vivificou, estando vós mortos em delitos e pecados” – Efésios 2.1
    Como o menininho do filme eu posso dizer todos os dias:  Eu vejo gente morta!


    Nós, como mortos-vivos, podíamos respirar e pensar e sentir e ter vontade. Mas estávamos espiritualmente mortos.

    Estávamos cegos para a glória de Cristo ( 2 Coríntios 4: 3-4 );
    Nós tínhamos ume coração de pedra para a sua lei e não podíamos nos  submeter a ela ( Efésios 4:18 , Romanos 8: 7-8 );
    E não Éramos capazes de discernir coisas espirituais ( 1 Coríntios 2:14 ).
    Somente Deus poderia vencer esta morte para que pudéssemos ver a glória de Cristo e crer ( 2 Coríntios 4: 6 ). 
    Isso é o que ele fez quando ele "nos fez viver" ( Efésios 2: 5 ).


    Deus não faz todos vivos, olhe a sua volta... o que aconteceu com você, para trazê-lo à fé, não aconteceu a todos. E lembre-se, você não merece ter sido vivificado. Você estava morto. Você era "por natureza um filho da ira, como o resto da humanidade " ( Efésios 2: 3 ). Você não fez nada para mover Deus para torná-lo vivo. É isso que significa estar morto.


    Portanto, Deus realmente te amou grandemente e totalmente de forma soberana , especialmente para você que agora vê, que está vivo.


    Não é um amor geral para todos. Caso contrário, todos estariam espiritualmente vivos. Ele escolheu você especificamente para torná-lo vivo: “Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado. Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus” - Efésios 1:5-7


    Você não mereceu isso mais do que qualquer outra pessoa. Mas por razões insondáveis, ele colocou seu grande amor especialmente em você.


    Ele não ofendeu ninguém ao fazer isso. Pois ninguém merece ser salvo.

    Ninguém merece ser vivificado. Todos nós pecamos e merecemos a morte ( Romanos 3:23 e 6:23 ). Ele poderia ter deixado todos nós na morte fruto de nossa rebelião, e não teria feito nada de errado, pelo contrário, estaria magnificando sua Justiça Santa.


    Mas se você foi levado pelo Espírito a soberanamente ver a sabedoria de sua cruz, ( onde o mundo só vê loucura e escândalo ): “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.” – 1 Co 1. 23.


    Você foi levado então a confiar em sua promessa, e contemplou  sua glória, ele te fez vivo. Ao contrário de muitos outros, não mais mortos do que você, você foi muito amado: “Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões — pela graça vocês são salvos.” - Efésios 2:4,5


    Que amor é esse? O Amor Especial da Nova Aliança!


    Aqui está a conexão com a morte de Cristo. O amor sacrificial, o amor que deixou uma cicatriz que será vista por toda a eternidade. Ele carrega essa cicatriz como símbolo de honra mesmo na glória – são as únicas marcas deste mundo caído que permanecerão no céu: “E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto (Assassinado é a palavra que João usa)” - Apocalipse 5:6 – Jesus carrega as marcas, as cicatrizes da sua morte.


    Quando Jesus morreu, ele assegurou para nós a remoção de nossa morte, e comprou para nós o dom da vida, da fé, arrependimento... Em outras palavras, o "grande amor" de Deus só pode nos tornar vivos, porque em Cristo esse mesmo grande amor havia proporcionado o castigo final e infinito de todos os nossos pecados e a provisão de toda a nossa justiça.


    O próprio Jesus nos fala sobre isso na  Última Ceia: "Este cálice que é derramado por vós é a nova aliança no meu sangue" ( Lucas 22:20 ). O sangue de Jesus é o preço pago para estabelecer a nova aliança. E a nova aliança, em seu coração, é a proteção de Deus, pelo sangue de Jesus, corações vivos para pecadores mortos. As cicatrizes  - ou cicatriz – fica pela eternidade como símbolo dessa amor.


    "Farei uma nova aliança. . . . Perdoarei a sua iniquidade , e nunca mais me lembrarei do seu pecado "( Jeremias 31:31 , 34 ). "Tirarei o coração de pedra da sua carne" ( Ezequiel 11:19 ). "Porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos" ( Ezequiel 36:27 ).


    Isto é o que realmente Jesus comprou para nós quando ele morreu. Lá, onde parecia que o inimigo fazia o ataque final – como Voldemort – ele foi ferido e nós ganhamos vida. E é isso que o grande amor de Deus fez por nós quando nos tornou vivos em Cristo Jesus.


    Mas, como é óbvio, o propósito específico de Deus na morte de Jesus não era o mesmo para todos. O grande amor de Deus, mostrado por você na morte de Jesus, ( Como da mãe do Harry naquele dia em  Godric's Hollow),  foi a compra de sua fé quando você estava morto.


    Ele não apenas comprar a possibilidade de sua vida que você então deve ativa como uma contribuição pessoal do teu suposto “livre-arbítrio”. Pessoas mortas não ativam nada. O que ele comprou foi a ativação. Cristo não comprou a possibilidade de você se erguer dos mortos. Ele comprou sua ressurreição. Por causa de um grande amor por você em particular.


    Como toda saga de Harry Potter está ligada em ele perceber e sentir o amor que o salvou, sinta a grandeza do amor de Deus por você particularmente em Cristo.


    Assim, quando Efésios 2: 4-5 diz: "Por causa do grande amor com que nos amou, Deus nos fez viver", e Lucas 22:20 diz que o sangue de Jesus estabelece a nova aliança, e Ezequiel 11:19 diz Que na nova aliança Deus nos dá corações vivos, sabemos que o derramamento de sangue de Jesus foi uma expressão do grande amor que nos fez viver. A única coisa que nos viver – ressurgir dos mortos. Não fizemos nada – Solus Christus.



    Qualquer coisa que a morte de Cristo faz ou é, não é menos do que isso. Amor infinito fluindo infinitamente e concedendo tudo a miseráveis mortos em seus delitos e pecados. E isso é o que eu quero que todos nós desfrutemos, mesmo nos momentos mais escuros esse amor nos constrangerá,  O grande amor de Deus por você não é o mesmo que o amor que ele tem por toda a raça humana. Ele é tão específico como era o amor de Lílian Potter pelo pequeno Harry. A diferença, é que você era um ser miserável que estava na morte que merecia estar e estar eternamente. O amor que Deus tem por você o moveu para te fazer vivo quando você não podia fazer nada para se tornar vivo. E esse mesmo amor o levou a comprar sua vida pela morte de seu Filho. O Sacrifício. Perto do qual, o amor de Lílian pelo pequeno Potter é um eco tão, tão, tão insignificante e fraco.


    Então, se você pode dizer com o apóstolo Paulo: "Ele me amou e se entregou por mim" ( Gálatas 2:20 ), sinta a grandeza das palavras: "Ele me amou". Ele me amou. Pense na cicatriz eterna que estará lá para sempre como marca desse amor inimaginável.