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    Que tal um suicídio coletivo?




    O secularismo do pensamento esquerdista tem levado o Ocidente, a cultura ocidental, ao suicídio. É inacreditável que diante do estrago inimaginável presente, muitos que se dizem cristãos apoiarem tal pensamento e ideologia sob qualquer pretexto que seja.


    Olhe ( apenas coisas leves perto da realidade das novas legislações Ocidentais fincadas no esquerdismo ) o caminho da implementação dessa ideologia em alguns “desenvolvimentos recentes” no Ocidente sem Deus:


    A Suprema Corte da Itália, esse mês, decidiu que a masturbação pública é legal (exceto na frente de menores).


    O conselho da cidade de Nova York votou no mês passado para legalizar urinar em público.


    O conselho da cidade de São Francisco decidiu por um voto apenas a continuação da proibição de nudez em público na cidade – mas deixando claro  que não foi por motivos de "decência", mas por razões de saúde pública. Desde que o problema possa ser resolvido, por exemplo,  pelo uso de uma toalha em bancos públicos e cadeiras, é apenas uma questão de tempo - provavelmente poucos anos - antes que as pessoas estarão autorizadas a andar nuas em São Francisco.


    Algumas semanas atrás, a cidade de Charlotte, N. C., instruiu os seus professores a não se referir a seus alunos da escola primária como "meninos e meninas", mas como "estudantes" e "eruditos" (!).

    As razões são, presumivelmente,
    1) a necessidade de inclusão (pode haver um estudante que não tenha identidade de gênero) e
    2) a crença de que os adultos não devem impor uma identidade de gênero sobre os jovens.

    Nós podíamos continuar nesta lista insana na Europa, Estados Unidos, Brasil... aborto, feminismo, ideologia de gênero, redefinição de casamento, homossexualismo, marxismo cultural... mas ficaria  demais para este breve artigo.


    Em uma coluna no New York Times, um professor de filosofia observou seu choque ao saber que a maioria dos jovens americanos não acreditam que existam verdades morais. Eles são incapazes de afirmar que qualquer coisa - incluindo "matar por diversão" - é errado, além da mera opinião pessoal ( O que é a conclusão lógica para o “eu defino o certo e errado para mim” – já que somos apenas acidentes sem propósito). Estas ( E outras que não vou mencionar por serem inadequadas até para gastarmos espaço descrevendo-as ) são todas as consequências inevitáveis ​​da “morte de Deus”, dos valores judaico-cristãos, e da Bíblia como obra de referência moral primária na sociedade.


    O Ocidente tem estado em declínio moral desde a Primeira Guerra Mundial - a calamidade que possibilitou não apenas a II Guerra Mundial, mas a morte de identidade nacional e cristianismo na maior parte da Europa. O que está no centro de toda a ideologia esquerdista. Havia, durante um tempo, uma exceção - os Estados Unidos. Mas agora não há mais.


    As sementes do declínio nos Estados Unidos foram semeadas desde o início do século 20, e chegaram a ser concretizadas com o geração pós II Guerra Mundial - os baby boomers ( Tão bem representados na pessoa de Hillary Clinton...) O secularismo e o ateísmo radical e agressivo substituíram a religião em praticamente todas as escolas e em toda a vida pública na América ( Como havia acontecido na Europa). Eles passaram, por exemplo,  do presidente Abraham Lincoln lendo a Bíblia todos os dias para a companhia aérea Alaska Airlines sentindo-se forçada a parar de colocar um versículo bíblico em suas bandejas de refeição.


    Em cem anos, passaram da alfabetização bíblica quase total ao analfabetismo bíblico quase total. Questiona-se se metade dos universitários poderiam identificar corretamente Caim e Abel, ou mais, se um em cada dez americanos poderia citar os Dez Mandamentos. Passaram do Presidente Franklin Roosevelt proclamando nos discursos da Segunda Guerra Mundial a necessidade de salvar a "civilização cristã" a uma proibição virtual de um presidente americano mencionar a palavra "cristianismo". E, como é amplamente observado, a um americano já não é recomendável desejar a estranhos um "Feliz Natal" e deve se referir ao Natal como uma festa  - Boas festas.


    Da mesma forma, a nova Constituição da União Europeia nunca menciona o cristianismo, apesar do fato inequívoco de que foi o cristianismo que formou a Europa. O preço que - americanos e europeus - estão pagando por criar a primeira sociedade sem Deus no curso da história registrada, é o suicídio civilizacional. Meninos e meninas não devem ser referidos como rapazes e moças; elites ocidentais descartam identidade nacional como proto-fascismo; a crença de que existe verdade moral foi destruída, substituída apenas por sentimentos e opinião; menos pessoas estão se casando; mais pessoas vivem sozinhas do que em qualquer momento na história americana, por exemplo - e, agora, você pode urinar e se masturbar em público. Grande avanços... outros eu sequer mencionarei para continuar decente no artigo que você está lendo.


    Países da Europa Ocidental tornaram-se vazios, lugares sem alma. Muitos por enquanto parecem materialmente seguros (por enquanto), mas eles representam quase nada (exceto o "multiculturalismo" e "tolerância" nas formas mais baixas de moralidade); eles têm substituído uma população judaica-cristã ( que mesmo quando imigrantes) esmagadoramente queriam assimilar valores estabelecidos, por uma população muçulmana que não quer de forma alguma assimilar os antigos valores ocidentais; e quase todos os países europeus estão indo a falência, como a Grécia, com cada vez menos trabalhadores pagando impostos suficientes para apoiar aqueles que recolhem o bem-estar estatal, e junto a isso, aumentando as tensões com os seus habitantes muçulmanos...


    Mas a boa notícia é que agora, começando com a Itália e Nova York, os cidadãos podem assistir concidadãos se masturbar, fazer sexo,  ou urinar em público. Não é necessário ser um profeta para enxergarmos o futuro. É simplesmente dedutível o que acontece quando as sociedades param de acreditar em Deus. Elas cometem suicídio.


    Aqui no Brasil não é diferente... mas muitos “cristãos” apoiam alegremente a ideologia que dá forma a todas essas coisas.