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    Quando ficamos sozinhos.




    Mais e mais graves pecados são cometidos na solidão do que na sociedade dos nossos semelhantes. O diabo enganou Eva no paraíso quando ela estava sozinha.

    Assassinato, roubo, furto, fornicação, adultério... estão empenhados na solidão, a solidão fornece ao diabo a ocasião e a oportunidade.

    Por outro lado, uma pessoa que está com os outros e na sociedade e comunhão de seus semelhantes, mesmo que seja poro vergonha de cometer um crime ou por não ter ocasião e oportunidade de fazê-lo, se restringe.

    Cristo prometeu: "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles."

    Cristo estava sozinho quando o diabo o tentou. Davi estava sozinho e inativo quando ele escorregou em adultério e assassinato. Eu também descobri que eu nunca sou tão propenso a cair em pecado como quando estou sozinho.

    Deus criou o homem para a comunhão e não para a solidão. Isso pode ser apoiada pelo argumento de que Ele criou dois sexos, masculino e feminino...

    Da mesma forma Deus fundou a Igreja Cristã, a comunhão dos santos, instituiu os sacramentos, pregação e consolações na Igreja.

    Solidão produz melancolia. Quando estamos sozinhos as coisas piores e mais tristes vêm a nossa mente. Refletimos em detalhe sobre todos os tipos de males.

    E se encontramos a adversidade em nossas vidas vivendo isolados, nós habitamos e nos fixamos sobre ela tanto quanto possível, a ampliamos, achamos que ninguém é tão infeliz como somos, e imaginamos as piores consequências possíveis.

    Em suma, quando estamos sozinhos, pensamos em uma coisa e outra, nós tiramos conclusões, e nós interpretamos tudo sob a pior luz.

    Por outro lado, isolados, imaginamos que outras pessoas estão muito felizes, e isso nos aflige pensando que as coisas vão bem com os outros e sempre tão mal com a gente - Quando na verdade, todos estão tendo lutas como a nossa.

    Não se pode viver para Deus de forma isolada. Você precisa desesperadamente da igreja.

    –Martinho Lutreo: Letters of Spiritual Counsel, Ed. Theodore Tappert (Louisville: Westminster Press, 1955), 95.


    Tradução: Josemarbessa.com