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    O Gene Gay... por modelagem matemática?






    Estava lendo que Cientistas da Universidade do Tennessee  estavam querendo propor uma descoberta revolucionária: O Gene Gay. A pesquisa sugere a homossexualidade como hereditária. O método, mesmo para quem não é cientista, soa como simplesmente patético. Veja a explicação que o cientista dá para “regozijar” de que a homossexualidade é tão genética quanto a cor do cabelo, dos olhos...


    “Os genes do homossexualismo não foram identificados ainda, apesar de um esforço muito significativo”, é o que diz Sergey Gavrilets, professor do Instituto para síntese Matemática e Biológica.


    Diz Sergey Gavrilets: “Quando você coloca tudo junto em um quadro muito coerente ( a teoria dele ) tudo fica lógico senão biologicamente, mas por modelagem matemática. Essa explicação parece funcionar muito melhor do que qualquer outra explicação”.


    Você não precisa ser cientista para ver a falta de lógica de algo que é tudo, menos ciência, no termo adequado. Na verdade Sergey Gavrilets está admitindo que, apesar de “um esforço muito significativo (para tentar provar)” e milhões gastos, encontrar o gene gay foi impossível. Portanto, a única forma dele dar uma resposta que ele quer dar – o gene gay – é através de “modelagem matemática”. Em bom português, uma vez que a observação científica não produziu os resultados desejados (vemos com isso que a pesquisa é só uma desculpa para algo que ele já decidiu antecipadamente), pode-se chegar ao resultado através da matemática. Matemática? Como assim?


    O estudo “matemático” comparou as probabilidades de crianças com pais gays se tornarem elas próprias gays... ou seja, as crianças são mais propensas a se tornarem gays se elas tiverem pais gays. Então vem a conclusão “brilhante” – Logo, apesar da evidência científica não poder apontar o tal “gene gay”, vamos concluir – diz Gavrilets, por raciocínio lógico e “coerente,” que deve haver um gene gay.


    Lógico e coerente? Onde?  Fica evidente que “pesquisas” como essas na verdade não fala de ciência – mas de dinheiro e de agenda de grupos de interesses – e que ela deve chegar a conclusão já definida antes. Há, sem dúvida, milhões de dólares de subsídios disponíveis para aqueles que estão dispostos a servir a uma agenda definida, com resultado já definido, em nome de uma “pesquisa científica”.


    Com isso o Dr, Gavrilets e sua equipe abriram toda uma nova área de “pesquisa científica” para “compreendermos” a identidade genética do homem pelo que ele chamou de “modelagem matemática”.


    Deve haver, segundo a teoria do Doutor, um gene corintiano ou flamenguista... por exemplo. Se através de “modelagem matemática” descobrirmos que os filhos de corintianos e flamenguistas tendem a ser corintianos e flamenguistas, podemos concluir que deve haver um gene corintiano e flamenguista.


    Agora, deixe eu dizer onde a modelagem matemática de fato está de acordo com a genética, e apesar disso, os mesmos “cientistas,” negam o óbvio por não estar de acordo com a agenda pré-determinada para eles. Além da genética óbvia, a modelagem matemática pode ser usada para dizer que um feto é um ser humano, mas aí o cientista chuta toda a ciência fora.


    Por modelagem matemática – além de toda genética – podemos concluir que cada feto no útero de uma mãe humana, é um ser humano. Ou seja, nenhum óvulo humano fertilizado no ventre de uma mulher se tornou outra coisa que não uma vida humana... apesar das sugestões malucas ao contrário... sugestões malucas feitas por muitos que se dizem “cientistas”. Cada feto nascido de pais humanos é de fato um ser humano. Temos, é claro, para isso, verdadeiras observações científicas, evidências de DNA, evidências lógicas, e, como queira, “modelagem matemática” – Mas diante disso tudo, a agenda pró-aborto, diz: “não é um ser humano!” – Já o gene Gay, contra tudo, deseja-se dizer: Ele existe!


    Ou seja, apesar da certeza matemática absoluta com que podemos declarar que de fato o “gene” humano torna cada feto humano num ser humano, e nunca em qualquer outra coisa que não um ser humano – a mesma “agenda” que tenta provar o “gene gay” por modelagem matemática – como poderíamos provar, como vimos – o Gene corintiano, flamenguista... nega, por conveniência, o aborto como assassinato de um ser humano. Ou seja, existe um “establishment” “científico” disposto a declarar alguém gay antes mesmo de declarar alguém um ser humano. Onde tem ciência nisso?