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    A Teia!



    Uma das coisas fascinantes (e perturbadoras) sobre o mundanismo, ídolos culturais populares... é que eles são muitas vezes (Na verdade sempre) - Fortemente ligados a graça comum.

    A razão para isso é óbvia e os argumentos que fluem dela também o são:
    O raciocínio flui:

    Satanás não é Criador.

    Ele é um enganador, um distorcedor da criação.

    Ele não pode criar nada de novo.

     Ele só pode corromper a bondade da criação de Deus.


    Pense nisso desta maneira: a idolatria é uma armadilha, e fragmentos de carência servem como isca. É genial, realmente.

    Satanás usa as boas coisas da criação de Deus como estímulo para a rebelião contra ele.

    Somos tentados pela beleza que supostamente reflete seu Criador, e em vez disso, somos amolecidos pela coisa em si, e não o Criador, mesmo quando essa coisa agora esteja a serviço da rebelião contra Ele, sendo usada para substituí-lo.

    E assim somos atraídos para a falsa adoração, e ficamos presos. Falamos ainda de graça comum, mas estamos preso pela coisa, não o Criador, e a coisa está sendo usada para expressar uma mentira sobre Ele, sobre o homem, sobre a razão da vida, romance, sexo...

    A Idolatria, mundanismo... usam a graça comum como uma aranha usa uma luz na varanda: a luz atrai a mariposa, e em seu fascínio, dificilmente percebe a teia até que seja tarde demais e torna-se irremediavelmente emaranhada em sua rede de morte.


    Portanto, mantenha suas antenas sintonizadas para as conexões entre o brilho, os belos fragmentos de graça, e a idolatria no coração deste mundo cultural popular, imaginativo... que usa as dádivas de Deus para contar uma grande mentira sobre Ele, e não lhe dar glória alguma, mas nos captura para a glória do coração humano alienado de Seu Criador.