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    Arrependa-se de suas noções de Deus!






    Só há um Jesus real. Você não o concebe, suas ideias não o formam... O único Jesus que vale a pena ouvir, meditar... é o Jesus que encontramos nos evangelhos. E nos evangelhos há uma riqueza de material histórico sobre Jesus. Não há nenhuma desculpar para pessoas que se dizem cristãs conceberem e forjarem em suas mentes quem Jesus é ou devia ser. Só há valor em falar sobre Jesus, se esse for o Jesus dos evangelhos. Se não for assim, não importa o quão comovente, não importa o quão encorajador, não importa o quão amável, o quão suave, o quão popular seja; o “Jesus” forjado na mente humana não passa de um terrível ídolo. A ordem para isso é: “Filinhos, guardai-vos dos ídolos!” – 1 João 5.21.


    Ou seja, não importando quão “bom” possa parecer, jamais aceite um Jesus diferente do Jesus do Novo Testamento: “Quisera eu me suportásseis um pouco na minha loucura! Suportai-me, porém, ainda. Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis.” - 2 Coríntios 11:1-4


    Não há diferença entre o Deus do Velho Testamento e o Deus do Novo Testamento, só existe um único Deus eterno. Cristo afirmou a origem divina, a veracidade inerrante e a autoridade do Velho Testamento (Mt 4.1-10). Em nenhum lugar Jesus sugere que partes do Velho Testamento eram falsas, sem inspiração, impreciso ou não histórico. Que o Deus o Velho Testamento era duro, um Deus irado, intolerante... e que o do Novo Testamento era outro Deus. Ele mesmo, Cristo, é Deus por toda eternidade, e o Pai, o Espírito... ou seja, a Trindade eterna.


    Portanto, a primeira vez que Jesus diz “Deus”, significa o mesmo Deus revelado em TODO o Antigo Testamento. O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus da Criação, o Deus do Dilúvio, o Deus que destruiu Sodoma e Gomorra, o Deus do Êxodo e da Conquista da terra de Canaã, o Deus do cativeiro e do retorno... O Deus dos sacrifícios sangrentos no Tabernáculo. O Deus de Moisés, o Deus que revelou  a Lei, o Deus de Davi, Salomão, Isaías... Malaquias. Isso e esse é Deus! A ideia de propor, aceitar ou defender um outro deus... mas de acordo com o pensamento da sociedade e cultura atual..., teria horrorizado completamente o Jesus real.


    O Jesus que encontramos no Novo Testamento é a Palavra viva de Deus (João 1.1. 14), veio a terra para expor Deus (João 1.18). O Jesus real alegou um intimidade ímpar com o Deus Pai (Ma 11.27; João 5.17, 19-20; 7.29; 8.55).
    A preocupação de Jesus nunca foi sobre como os pecadores concebem Deus, mas sobre como Deus concebe a si próprio – quer isso seja ofensivo ou não ao homem – e que é esse auto-conceito que Ele veio para declarar: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.” - João 1:18


    É por isso que Jesus nunca chamou alguém para abraçar suas próprias noções de Deus. Em vez disso Ele chama, ordena de fato, o homem a se arrepender de suas noções de Deus, e abraçar o conhecimento revelado do próprio Deus (Mateus 4.17; João 21-26).


    Esta verdade tem muitas implicações, mas olhemos apenas duas.

    A primeira é – devemos enfrentar a questão crucial se estamos adorando um deus de fantasia criado por nossos próprios corações, em nossos próprios termos, ou estamos adorando o Deus vivo e verdadeiro que se revelou em Seus próprios termos.

    A segunda e para todos os que ensinam e pregam. Você está sendo tão cristalino e dogmático com Jesus foi neste mundo? E para responder isso, não basta alguém dizer no que crê sobre Deus, se é correto e dogmático, mas se você está proclamando para todos essa revelação como absoluta e inquestionável.

    Se fingimos que tudo que Deus, que Jesus deixou claro, não é claro para com isso não nos comprometermos ao proclamar o evangelho, estamos representando a nós mesmos e não a Cristo.