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    Jesus desperdiçou parte de sua vida?





    Ativismo! Muitos dizem: faça mais, faça mais... mas esse “mais” nunca será o suficiente. Como servo de Deus você deve lembrar a cada manhã que o que as pessoas mais precisam de você é a sua santidade pessoal.




    Durante os primeiros 30 anos da vida de Jesus ele ficou quieto. Ele era um carpinteiro desconhecido que não estava fazendo "grandes" coisas para Deus. Ele trabalhou ao lado de seu pai usando as mãos para trabalhar a madeira, fazer a barba, consertou telhados, fez janelas...



    Ele calmamente estudou as escrituras e cresceu em estatura com Deus e diante dos homens. Ele não tinha um ministério público. Ele não escreveu nenhum livro, não fez nenhuma "turnê" de conferências, não adotou um órfão, não doou 80% de sua renda, ou fez viagens missionárias... Ele amava o Senhor com todo o seu coração, honrou seu pai e sua mãe e ficou calado sobre seu propósito no mundo.



    Jesus estava desperdiçando sua vida? Absolutamente não. Ele estava fazendo exatamente o que Deus o chamou para fazer. Enquanto suas mãos criavam calos nas tábuas ásperas de madeira, ele foi discretamente ganhando a nossa salvação, vivendo uma vida santa e justa que seria creditada a nós para sempre. Jesus, o carpinteiro humilde e fabricante de móveis. E por 30 anos ele ficou quieto.


    Muito da agitação que atribuímos a Deus é mais expressão de nossa era do que de nosso chamado. Corremos tanto e nos vemos como tão importantes que a impressão que passamos é que o mundo irá desabar e o plano de Deus ruir quando nós morrermos.


    Ficar quieto também é bom!