• Puro conteúdo Reformado!

    ReformedSound

    .

    .

    Encare a verdade terrível! – Martyn Lloyd-Jones (1899-1981)




    Eis-me aqui - Não posso fazer de outro modo. Por natureza o homem sempre deseja romper com Deus e afastar-se dEle ... (devido a seu) orgulho. «... se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos. . .» (Romanos 1.21,22).


    O passo final é rejeitar por completo a revelção de Deus e substituí-la por suas próprias idéias e raciocínios. Recusam o conhecimento de Deus, oferecido e dado, mas, sentindo ainda a falta e a necessidade de uma religião, põem-se a fazer o seu próprio deus ou deuses e então os cultuam e servem.


    O homem crê em sua própria mente e em seu próprio entendimento, e o maios insulto que se lhe pode fazer é dizer-lhe, como o fez Cristo, que ele tem que se tornar como uma criança e que tem que nascer de novo.


    O homem rebela-se contra Deus como Ele é e como Se revela. Chega a odiá-lO por Sua bondade. E então começa a fazer os seus deuses.... Seja o que for que queremos fazer quanto ao nosso mundo, quaisquer que sejam os nossos planos e idéias com relação ao futuro, se ignorarmos este fato básico, tudo será em vão  convidar (o homem) como ele é para seguir a Cristo não basta.
    Ele deve encarar a verdade terrível — nua e crua — a respeito de si e de sua atitude para com Deus. Somente quando entender essa verdade é que estará pronto para crer de fato no Evangelho e volver a Deus. Essa é a tarefa da igreja; essa é nossa tarefa. Estaremos dispostos a iniciá-la examinando-nos a nós mesmos? Aceitamos a revelação de Deus como nos é dada na Bíblia, ou baseamos nossas opiniões em alguma filosofia humana?


    Acaso tememos ser chamados antiquados ou. .alienados da nossa época porque cremos na Bíblia? Ademais, Deus é central e supremo em nossas vidas? glorificamo-lo realmente e demonstramos aos outros que lutamos constantemente para ser agradáveis à Sua vista? Finalmente, estamos fazendo isso tudo como homens e mulheres tão cheios de reconhecimento e gratidão que podemos dizer com alegria: «Amor tão admirável, tão divino, requer minha alma e vida e todo o ser.»?


    The Plight of Man and the Power of God, p. 21-4.