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    Cuidado com o breve deleite e a vergonha perene - M. Lloyd-Jones (1899-1981)





    O Evangelho não visa a denunciar o prazer e a satisfação; na verdade, o Evangelho oferece alegria maior do que qualquer outra coisa a pode oferecer. Mas o Evangelho não se contenta em testar as ações somente através desse padrão único.


    Deseja conhecer a natureza das alegrias ou prazeres, se da é boa, se é verídica e se é bela. . . Os homens e mulheres de hoje não gostam de usar os processos de raciocínio e discernimento. Quais crianças, desejam fazer o que gostam. . .


    Por conseguinte, aborrecem a disciplina e a necessidade de enfrentar dificuldades. Fazem objeção à incomodidade de terem de enfrentar questões da verdade, do bem, do mal e da beleza. Fazem o que querem fazer, sempre estribados na idéia de que está certa a auto-expressão. Têm um único padrão de valores, o do prazer. . . Contemtam-se com um só teste — é agradável?. . . Não é ral atitude inteiramente suicida, a julgar pelo verdadeiro padrão da natureza humana?. . . se você deseja meramente satisfazer à concupiscência e a paixão pelo prazer, então que apele para o culto moderno. Porém, se você deseja que a totalidade do seu ser ganhe desenvolvimento e expressão, considere a sugestão antes exposta como sugestão feita pelo próprio inferno. . .



    Entretanto. . . apliquemos o teste prático. Leia a Bíblia . . . Davi, o rei de Israel, mostrou seu lado melhor e mais elevado, expressando seu verdadeiro «eu», quando aplicou o teste único do prazer na questão de Bate-Seba, tendo-se feito, assim, ladrão e homicida? Agostinho deu mais fiel expressão a si mesmo, quando ainda era um filósofo imoral, ou depois, quando se tornou o crente disciplinado e fiel que ele foi? . .


    Medite sobre todos os membros do nobre exército de santos e mártires que se negaram a si próprios. . . e obedeceram ao ensino do Evangelho! Compare-os e contraste-os com os sensuais. . . libertinos da história. . . A maneira correta de expressar o próprio «eu» é o caminho da disciplina e da ordem, o caminho da razão e da oração. . . Você terá um «eu» que se expressará com dignidade e que se desenvolverá com o passar dos dias.


    Truth Unchanged, Unchanging, p. 25-28.