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    Cristianismo: taxa de entrada - nada; subscrição anual - tudo - M. Lloyd-Jones




    Frequentemente não reconhecemos a grandeza e o conjunto global da mensagem, não reconhecendo,  igualmente, que a totalidade do ser humano deve também estar envolvida nela e por ela — «Viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues». O homem é. . . mente, é coração e é vontade. . .

    Deus lhe deu mente, lhe deu coração, lhe deu vontade, pela qual ele pode agir. Pois bem, uma das maiores glórias do Evangelho é esta, que ele abrange o homem todo. . . nenhuma outra coisa faz isso; somente este Evangelho completo, esta visão total da vida, da morte e da eternidade, é que é suficientemente grande para incluir a totalidade do ser humano. É porque não logramos entender isso que surgem muitos dos nossos problemas. Nossa resposta a este Evangelho grandioso é apenas parcial.   .   . 

    Haverá ocasiões. . . em que você verá pessoas que se engajaram somente com alguma parte da sua personalidade — só a cabeça, só o coração, só a vontade. Estamos de acordo em que elas estão erradas. Sim, mas falemos com clareza. . . é igualmente errado dedicar apenas duas partes. É igualmente errôneo dedicar a cabeça e o coração, deixando de lado a vontade, ou a cabeça e a vontade, sem o coração, ou o coração e a vontade, omitindo-se a cabeça. . . A posição cristã é tríplice; abrange os três fatores juntos, os três ao mesmo tempo, e os três sempre.

    Um Evangelho grandioso como este ocupa o ser humano como um todo, e se não estiver dedicado o homem todo, pense de novo qual é a sua posição. . . Que Evangelho! Que mensagem gloriosa! Ele pode dar plena satisfação à mente, pode mover o coração inteiramente, e pode levar a pessoa a uma obediência total e voluntária, no campo da vontade. Esse é o Evangelho. Cristo morreu para que fôssemos seres humanos integrais, não para que apenas algumas partes de nós fossem salvas; não para que fôssemos cristãos em pedaços irregulares do nosso ser, mas para que haja uma obra completa e equilibrada quanto a nós.


    Spiritual Depression, p.56,60.