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    VOCÊ É COMPLETAMENTE DIFERENTE DO NÃO-CRISTÃO? – Martyn Lloyd-Jones



    O cristão e o não-cristão são absolutamente diferentes quando àquilo que admiram. O Cristão admira o “pobre de espírito”, enquanto que os filósofos gregos desprezavam esse tipo de homem, e todos os que seguem a filosofia grega, na teoria ou na prática, continuam fazendo a mesma coisa...


    O mundo acredita na confiança própria na auto-expressão e no domínio sobre a vida; o cristão crê que deve ser “pobre de espírito” – Apanhe os jornais e veja que espécie de pessoas o mundo admira. Você nunca encontrará coisa alguma que esteja mais longe das bem-aventuranças do que aquilo que apela pra o homem natural, para o homem do mundo. O que atrai a admiração dele é a própria antítese daquilo que você encontra nas bem-aventuranças.


    Depois, é claro, que forçosamente diferem quanto aquilo que procuram. “Bem-aventurados os que tem fome e sede...” De quê? De riqueza, dinheiro, categorias, posição, publicidade? De modo nenhum. “De justiça...” Considere qualquer um que não se apresenta como cristão... Procure ver o que ele busca e o que ele, de fato , quer, e você verá que é sempre diferente da justiça.


    Ainda, como é natural, eles são por completo diferentes quanto àquilo que fazem. Dá-se isto necessariamente... O não-cristão é totalmente coerente. Ele diz que vive para este mundo. Diz ele: “Este é o único mundo que existe, e pretendo tirar dele tudo que posso”. Ora, o cristão... reputa este mundo apenas como o caminho que leva a algo amplo, eterno e glorioso. Sua ambição e perspectiva são completamente diversas. Ele, pois, crê que deve viver de modo diferente. Assim como o homem do mundo é coerente, o cristão também deve ser. Se o for, será bem diferente do não-cristão; não poderá evitar isso (1Pe 2.11,12).... Outra diferença essencial... tem que ver com a crença no que podem fazer. O homem do mundo é demasiado confiante quanto à sua capacidade... O cristão... reconhece honestamente as suas limitações.

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