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    MINISTÉRIO DAS COISAS MÍNIMAS



    A autoridade de Deus não é aceita facilmente em nossa geração (por isso o “evangelho” se adaptou ao homem). Temos um orgulho grande demais para que possamos nos submeter sem luta. Gostamos de chefiar. Por quê? Queremos que nossa vontade prevaleça. Fazemos força para alcançar o topo – o lugar de glória. Ao fazê-lo, optamos por um modo de viver que não deixa lugar para a submissão.
    Antigamente, um rei se pavoneava por toda a Babilônia. As coisas que o rodeavam eram impressionantes realmente. Seu modo de viver opulento... Olhe o que eu construí...palácios...(não se fixe nele, mas no hoje – a casa – o carro – meu emprego estável...que diferença entre mim e os outros...).
    Ele teve um sonho – ninguém no reino podia interpretar ( é fácil viver assim, sem a interpretação exata dos fatos de sua vida – só Deus pode mostrar a realidade) – Daniel não apenas lhe afiançou a realidade do sonho, como também arrasou o monarca com uma profecia a respeito do futuro: “...és tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte. A tua grandeza cresceu e chegou ao céu, e o teu domínio até a extremidade da terra. Quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore...” (Dn 4.22-25,27).
    O aconselhamento do profeta era duro, mas verdadeiro. De fato, Daniel dissera a Nabucodonosor que se desapegasse das “riquezas” ( daquilo que ele achava o diferenciar para melhor sobre os outros homens) – que se esvaziasse de toda a vontade própria, teimosa... que reconhecesse a autoridade e as dádivas de Deus sobre a sua vida... Você acha que aquele rei (adâmico) orgulhoso faria tal coisa? Muito bem, no fim ele concordou, fez o que Daniel dissera – não antes, porém, de ficar louco – Dn 4.28-33).
    Ele ficou nestas condições trágicas por um tempo indeterminado. Quando ele, realmente viu a luz – cessou a luta com Deus (Dn 4.34-37) – Quem não chegou a esse ponto ainda está lutando com Deus.
    Leia com atenção as palavras finais de Nabucodonosor. Preste atenção a seus comentários a respeito do domínio de Deus, reino de Deus, autoridade de Deus, obras de Deus, caminhos de Deus. Que mudança! Não é mais os palácios e casas que eu construí... um homem subindo uma escada e deixando outras para trás... aqui está um homem quebrantado que finalmente se entregou. Só agora ( é bom que entendamos isso na nossa vida ) – poderia cumprir o papel que Deus lhe determinou.
    Isso é verdade hoje. As pessoas podem construir, ganhar mais, ter melhores empregos... todavia esse “poder” e orgulho erguem-se contra as qualidades que Deus considera grandes.
    É extremamente difícil fazer com que as pessoas abracem estes ideais em nosso mundo hiper-egoísta
    Que força sagaz e motivadora é a ambição, irmã gêmea do orgulho. Pessoas que buscam o reino – são pessoas que se livraram disso.
    Essa vida, é uma vida que jamais se deixa apanha pela armadilha temporal. As pessoas que estão vivendo isso realmente – são as que conseguem enxergar além das ambições escravizadoras do nosso tempo. Pessoas que declaram sua lealdade não dividida à mensagem de Cristo, mensagem que (semelhantemente à do rei restaurado da Babilônia) – louva, exalta e honra o Rei do céu, sabendo que ele é capaz de humilhar aqueles que andam em orgulho. Pessoas que vivem a maneira que Deus determinou, são pessoas que humilharam a si mesmas, aceitando a autoridade soberana de Cristo. São cidadãos do reino invisível de Cristo. Esses podem viver do modo descrito por Paulo em Filipenses.
    Jesus falou com freqüência a respeito do Reino de Deus às pessoas que desejavam segui-lo. De fato, até o fim do seu ministério aqui na terra, essa era a prioridade – até o fim ele teve o reino e a sua autoridade em mente.
    Antes de ascender para o Pai, Cristo encontrou-se com os seus. Qual foi o tema da conversa? O Reino: “Ao que também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando do que diz respeito as REINO.
    Que revelação? Você havia percebido que foi disso que Cristo falou, entre a ressurreição e a ascenção? Não se tratou de uma aula comprida sobre alguma profecia... Foi ensino prático, relevante, de como viver sob a autoridade de Cristo, para sua glória.

    Quando você for tentado a CRIAR UM NOME PARA SI, clame pelo poder do reino – Criar um nome para si – Impressionar as pessoas – Deixar que as coisas boas dadas por Deus a você se torne apenas SOBERBA DA VIDA.

    Perceba a sua volta a existência do ministério das coisas mínimas. Quando se perceber ainda apaixonado pelas luzes – quando sentir a tentação de reivindicar glória para você – invoque o PODER DO REINO DE DEUS.
    Este texto está no tópico - VIDA CRISTÃ

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