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    INÁCIO - BISPO DE ANTIOQUIA



    INÁCIO


    (TESTEMUNHA DA FALSIDADE DO EVANGELHO CONTEMPORÂNEO).


    Há uma evidente impossibilidade em encaixar a teologia do “prosperidade” não apenas na Bíblia, mas na história da igreja, com seus mártires e perseguições atrozes que verdadeiros cristãos sofreram.
    INÁCIO - bispo de Antioquia, que foi devorado por bestas feras no Coliseu .Ele aparece nas páginas da história já como o bispo de Antioquia, que nessa ocasião era uma das maiores cidades de Roma. (Inácio foi abençoado e um sucesso segundo os padrões atuais? Claro que não! Mas certamente foi segundo os padrões do Deus eterno).
    Inácio fora discípulo dos apóstolos Pedro e João. Aprendera desses mestres competentes a sublime ciência do amor de Deus, que fez dele um dos pilares e ornamentos da Igreja Primitiva. Depois dos apóstolos, ele foi um dos homens mais notáveis da igreja; seus contem­porâneos, e os pais que viveram nos três séculos seguintes, mencionam-lhe o nome com a maior reverência. Policarpo e Crisóstomo fizeram dele o objeto de seu mais eloqüente panegírico. Após uma vida de mais de cinqüenta anos no episcopado de Antioquia, aprouve ao Todo-Poderoso chamá-lo a receber sua coroa, por uma morte que deveria ser uma glória e um modelo para a Igreja. A história de seus labores e virtudes não foi escrita, mas todas as particularidades de sua morte foram registradas por testemunhas oculares. e distribuída em várias igrejas; por isto seus Atos são os mais autênticos na história do passado. O documento original, escrito em grego, acha-se preservado, e foi publicado por Ruinart, em Paris, em 1690. A cena de seu martírio começa, de acordo com a melhor autoridade, no ano 107 de Nosso Senhor. Trajano tinha nas mãos o cetro dos césares. A tempestade que atacara a Igreja durante o reinado de Domiciano fora acalmada. Relatam os historiadores que Trajano não amava naturalmente o derramamento de sangue, e possuía um sentimento de humanidade mais nobre que todos os imperadores que o precederam; era, no entanto, covarde e escravo da opinião pública. Ele reprimia os próprios sentimentos para favorecer o gosto brutal da plebe. A fim de ganhar popularidade, e sob o pretexto de devoção aos deuses do Império, dava continuidade, de tempos em tempos, às horríveis cenas de perseguição aos inofensivos cristãos. Inácio foi uma de suas vítimas. No oitavo ano de seu reinado, Trajano obteve...

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