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    Um Grande Puritano Chamado - John Bradford


    John Bradford


    A época da Reforma foi um período da História cristã em que entendeu-se bem a vida de arrependimento. Lutero afirmou que o arrependimento devia ser uma atividade cosntante e permanente, e argumentou que, como a fé, o arrependimento tem de ser um exercício do coração.
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    Quem entendeu esta concepção e a adotou foi John Bradford. Em 1555, aos quarenta e cinco anos de idade, ele foi amarrado a uma estaca e queimado em Londres como parte da campanha lançada pela Rainha Maria para livrar a Inglaterra dos protestantes. Bradford só tinha seis anos de conversão. No entanto, durante esse tempo, gonhou distinção entre os reformadores ingleses como pregador e como um homem notavelmente santo, para quem o arrependimento era um modo de vida. Thomas Sampson, amigo que o levou à fé, escreveu o prefácio da segunda edição do "Sermão de Arrependimento" de Bradford ( Em Dois Sermões... 1547). Trazendo o seguinte cabeçalho: "Ao leitor cristão, Thomas Sampson deseja felicidade de um conversão rápida e completa ao Senhor" - este prefácio compartilha um aspecto da realidade e do segredo da santidade de Bradford. "Mestre Bradford foi um modelo", escreve Sampson, "deste arrependimento que foi ensinado por ele, que eu, que conheci particularmente, tenho de louvar a Deus por ele, uma vez que, entre os homens, poucos conheci como Ele".
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    Ele continua a explicar seu parecer com palavras que merecem ser transcritas neste livro:
    "...aprouve a Deus, com grande rapidez, prepará-lo para o martírio no qual, por meio de Cristo, ele veio a receber a coroa da vida. No entanto,... a cosntante meditação, a prática do arrependimento e a fé em Cristo, que o guardou pela graça de Deus e foi notavelmente praticada todos os dias de sua vida, ajudaram-no muito em sua caminhada" .
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    "...nosso Bradford tinha suas práticas e exercícios diários de arrependimento. Fez para sí um lista de todos os pecados terríveis que, em sua vida de ignorância, havia cometido e o colocava diante de seus olhos quando ia orar em particular para que, ao vê-la e lembrar-se dela, ele pudesse: erguer-se para oferecer a Deus o sacrifício de um coração contrito, buscar a convicção da salvação em Cristo pela fé, agradecer a Deus por tê-lo chamado das veredas da iniqüidade e pedir que a graça superabundasse em uma vida santa que fosse aceitável e agradável a Deus"
    "Tamanho era o exercício contínuo da consciência que fazia em suas orações particulares que ele não se contentava com sua oração a menos que sentisse no íntimo algum peso no coração pelo pecado cometido, e a cura daquela ferida pela fé, sentindo o restabelecimento salvado de Cristo, que trazia uma mudança de mente que o levava a sentir ódio do pecado e amor em obedecer a vontade de Deus"
    "Vamos aprender com o exemplo de Bredford, a orar melhor, ou seja...
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