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    Invocação a Deus - Confissões - Agostinho


    “Grande és tu, Senhor, e sumamente louvável: grande a tua força, e a tua sabedoria não tem limite” (Sl 48.2; 96.6; 145.3; 147.5). E quer louvar-te o homem, esta parcela de tua criação; o homem carregado com sua condição mortal, carregado com o testemunho de seu pecado( 2Co 4.10; Rm 7.17,23) e como o testemunho de que resistes aos soberbos (Pv 3.34; Tg 4.6; 1Pe 5.3); e, mesmo assim, quer louvar-te o homem, esta parcela da tua criação.

    Tu o incitas pra que sinta prazer em louvar-te; fizeste-nos para ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em ti.

    Dá-me , Senhor, saber e compreender ( Cf - Sl 119.34,73,144) qual seja o primeiro: invocar-te ou louvar-te; conhecer-te ou invocar-te. Mas, quem te invocará sem te conhecer? Por ignorá-lo, poderá invocar alguém em lugar de outro. Ou será que é melhor seres invocado, para seres conhecido? “Como, porém, invocarão aquele em quem não crêem? E como terão fé sem ter quem anuncie” (Rm 10.14). Louvarão o Senhor aqueles que o procuram (Sl 22.27). Quem procura o encontra (Mt 7.8; Lc11.10), e, tendo-o encontrado, o louvará. Que eu te busque, Senhor, invocando-te; e que eu te invoque, crendo em ti: tu foste anunciado. Invoca-te Senhor, a minha fé, que me deste, que me inspiraste pela humanidade de ter Filho, pelo ministério de teu pregador.

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