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    O Poder da Tentação - Parte 1 - John Owen


    SE CONSIDERARMOS SERIAMENTE nossa fraqueza, encontraremos abundantes razões para levar a sério nosso dever de “vigiar e orar”.

    Nossas fraquezas podem ser vistas de dois ângulos:

    1. Não temos Poder ou Força em nós mesmos para Suportar “a Hora da Provação”.

    Uma boa parte da fraqueza de cada pessoa é uma confiança infundada na sua própria força. A confiança de Pedro em si mesmo (Mt 26.33) era, certamente, sua fraqueza. Muitas pessoas são assim. Nunca fazemos as coisas tão bem quanto pensamos que somos capazes de fazer. E o que é ainda pior é que os desejos pecaminosos são como um traidor dentro de nossos corações.

    Estão prontos a nos trair para o inimigo. Essa é a razão por que nunca devemos nos vangloriar como se tivéssemos a força para resistir na hora da provação. Podemos nos vangloriar em pensar que há certas coisas que jamais faríamos. Esquecemos que o coração nunca é o mesmo diante da tentação como ele é antes de entrar na tentação. Pouco se apercebia Pedro de que iria negar o seu Senhor tão logo alguém o questionasse. Quando a hora da provação chegou, todas suas decisões foram esquecidas, todo seu amor por Cristo foi temporariamente sepultado, e a tentação se uniu ao temor de Pedro e o venceu completamente.

    Confiar na própria força é uma falha tão comum que seremos sábios examinando-a um pouco mais de perto. No que estamos confiando?

    a) De Modo Geral

    Estamos confiando nos nossos próprios corações. Muitos incrédulos se ufanam de ter um bom coração mas a Bíblia diz: “o coração dos perversos vale muito pouco” (Pv 10.20). É contra o coração que a tentação irá se arremeter. Como um frágil coração poderá...
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