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    A Morte da Consciência


    É perturbador notar como o declínio da nossa sociedade corresponde precisamente à descrição de Paulo da espiral descendente do pecado.
    Maurice Roberts escreveu:

    “O movimento da História fechou o círculo. Estamos, como civilização, de volta à mesma situação descrita pelo apóstolo Paulo no primeiro capítulo da Epístola aos Romanos...
    Houve uma época quando os comentaristas da Bíblia explicavam o capítulo 1 de Romanos mais ou menos apenas sob o prisma do primeiro século do mundo romano. Mas aqueles dias se foram para sempre. O cristão moderno do Ocidente agora pode ver a si mesmo na arena de uma sociedade reprovável tanto quanto os apóstolos. O estado da religião e dos costumes modernos é exatamente semelhante àquele da era apostólica e pode ser resumido em uma palavra: DECADÊNCIA. A Roma pagã teria muito pouco a ensinar ao homem moderno que ele ainda não conheça sobre a maldade sofisticada. A Grécia pagã, o Egito pagão, a Babilônia pagã, poderiam até mesmo aprender com esta geração uma ou duas coisas sobre como afastar a luz do evangelho e sobre como aumentar a grande massa das provocações do homem.
    O que faz com que o leitor da Bíblia fique mais triste com tudo isso é o reconhecimento de que a sociedade atual não aprendeu nada com o passado ou com os dois mil anos de produção e impressão da Bíblia, mas está repetindo os mesmos vícios que sempre levam Deus a entregar o mundo à sua própria sensualidade e destruição”.

    Talvez seja mais penoso perceber que já alcançamos o estágio final. A consciência já se calou. Nada foi deixado para instruir o comportamento do homem além da sua própria mente depravada. A mente se transformou em uma ferramenta da paixão incontida.

    “E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição reprovável, para praticarem coisas inconvenientes , cheios de toda injustiça, malícia, amor ao dinheiro e maldade; possuídos de inveja, homicídios, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são possíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que...
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