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    Das Boas Obras - Parte 1 - Martinho Lutero


    Artigo anterior da Série: Das Boas Obras

    Introdução


    DAS BOAS OBRAS (Parte 01)

    1. Em primeiro lugar, é preciso saber que não existem boas obras senão exclusivamente aquelas que Deus ordenou, da mesma forma como não existe pecado senão exclusivamente aquele que Deus proibiu. Por esta razão, quem quiser conhecer e praticar boas obras não precisa conhecer senão o mandamento de Deus. Em Mt 19.17 Cristo diz:

    “Se queres ser salvo, guarda os mandamentos”. E quando o rapaz pergunta (Mt 19.16,18) o que deveria fazer para salvar-se, Cristo lhe apontou senão os Dez Mandamentos. Por conseguinte, devemos aprender a distinguir as boas obras a partir dos mandamentos de Deus, e não baseados na aparência, na magnitude ou na quantidade das obras em si mesmas, tampouco na opinião das pessoas ou em leis ou costumes humanos, como vemos que tem acontecido e continua acontecendo por causa da nossa cegueira, com grande desconsideração dos mandamentos de Deus.

    2. A primeira, suprema e mais nobre boa obra é a fé em Cristo, conforme ele diz em Jo 6. Quando os judeus lhe perguntaram: “Que devemos fazer para praticar boas obras divinas?”, ele respondeu; “A boa obra divina é que vocês creiam naquele a quem ele enviou” (Jo 6.28).

    Agora quando ouvimos ou pregamos isto, passamos por cima e acreditamos tratar-se de algo insignificante e fácil de fazer, embora devêssemos deter-nos longamente neste ponto e refletir bem sobre ele. Pois nesta obra é que todas as obras precisam realizar-se, dela recebendo a influência de sua bondade como um feudo...

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