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    De Servo Arbitrio - Martinho Lutero

    A Escravidão da vontade - Em 1 de setembro de 1524, Desidério Erasmo de Roterdã publicou sua obra intitulada Diatribe Concerning Free Will (Diatribe seu collatio de libero arbítrio). Em dezembro do ano seguinte, Martinho Lutero respondeu com o seu famoso The Bondage of the Will (De servo arbítrio)...

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    Escrevenda a Igreja Afligida - John Bunyan

    Os sofrimentos de John Bunyan deixaram sua marca em todos os seus escritos. George Whitefield disse, a respeito do Peregrino, "Tem cheiro de prisão. Foi escrito quando o autor estava confinado na cadeia de Bedford. E os ministros nunca pregam ou escrevem tão bem como quando estão debaixo da cruz...

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    Cristo e os Eleitos do Pai - John Owen (1616-1683)

    Devido ao fato de Deus, o Filho, haver voluntariamente concordado em fazer o que o Pai tinha planejado, podemos dizer que Ele também era um agente de nossa salvação (Como o Pai). Jesus disse: "A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra."...

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    O Que aconteceu com o Pecado? - J. MacArthur

    A guerra contra a culpa Nossa cultura declarou guerra contra a culpa. O próprio conceito é considerado medieval, obsoleto e inócuo. Geralmente, aqueles que têm problemas com sentimento de culpa recorrem a um terapeuta, cuja tarefa é melhorar a auto-imagem do paciente...

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    Seu Diabo é Grande Demais - E. Lutzer

    Essa é uma realidade na "igreja" dos nossos dias. O diabo é muito grande, se ficamos fascinados por ele; o diabo é muito grande, se achamos que temos de cumprir um compromisso com ele; o diabo é muito grande se somos vítimas de uma maldição, colocada sobre nós. O diabo é grande demais se vivemos com medo de que...

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    Homo Incurvatus in Si - J.I. Packer

    O PECADO É UM TEMA vital e precisamos tomar conhecimento dele. Dizer que a nossa necessidade primária na vida é conhecimento sobre o pecado, pode soar estranho, mas no sentido tencionado, expressa uma profunda verdade. É necessário...

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    Julho 10, 2006

    0 História Universal da Música - Introdução

    INTRODUÇÃO:

    A música é uma antiga sabedoria coletiva, cuja longa história se confunde com a das sociedades humanas. Para ser prático, o estudo de um tema tão vasto deve impor-se limites arbitrários.

    Assim tivemos que resumir numa só parte os fundamentos das principais tradições ocidentais. Ora, uma história universal da música deveria abordar as diferentes civilizações sob ângulos semelhantes e deter-se em cada uma na proporção da sua riqueza. Mas isso decepcionaria a maior parte dos leitores do ocidente, cuja experiência musical se refere à polifonia ocidental dos últimos cinco séculos.

    Do ponto de vista cronológico, somos limitados por lacunas em nossos conhecimentos. Com exceção da lírica grega, em que nossas tradições se arraigam, a música da Antiguidade só nos é conhecida pela iconografia, freqüentemente inexata, e pelos vestígios de instrumentos. Faltam-nos textos musicais decifráveis ou testemunhos seguros anteriores ao século X de nossa era, e a maioria das fontes literárias é demasiado imprecisa para permitir-nos reconstituir com um mínimo de rigor as práticas musicais nos tempos de Agostinho de Hipona, Gregório VII ou mesmo Carlos Magno.

    No entanto, para evitar um desequilíbrio grande demais em favor dos últimos séculos, tão rico em estrelas, as notas biográficas serão sumárias (e complementadas por biografias completas no tópico apropriado) e isoladas em quadros, de modo que o texto principal seja consagrado ao desenvolvimento histórico de um aspecto de civilização. Nos dicionários e nas monografias seria possível encontrar as informações complementares sobre determinado tema que a presente obra terá situado na história. Enfim, a objetividade que o pesquisador científico se esforça por alcançar é bastante ilusória aqui, em particular na escolha necessária de tudo o que é preciso omitir para não transformar essa história da música em inventário...

    O leitor pouco familiarizado com a teoria provavelmente nos perdoará certos desenvolvimentos em que é oferecida uma reflexão de temas que dela sejam dignos, a risco de lhes pedir um esforço de atenção. A realidade musical é sutil e complexa. Dissimulando-se esse fato, perde o sentido da nossa evolução. A “vulgarização” complacente isola a realidade da sociedade que a engendrou e que deve poder assumi-la. Para que o apreciador leigo deixe de ser mistificado pelo conhecedor, para que a “música erudita” perca seus privilégios de rito aristocrático, é preferível examinar escrupulosamente seus princípios e suas funções para que cada um possa captar o essencial de toda uma miscelânea de convenções e de luxos “culturais”. Não são as vidas romanceadas, os catálogos de obras, as análises harmônicas, nem alguns bocados de ciência esotérica que garantem à música, enquanto sabedoria, seu lugar em nossa civilização.



    MIRAGENS DE UMA DEFINIÇÃO

    Privilégio exclusivo do homem, a música nunca é definida de forma conveniente: é difícil observarmos uma ação em que nos achamos envolvidos. Para Jean-Jacques Rousseau, ela é “a arte de reunir os sons de maneira agradável ao ouvido” (definição adotada pelo Petit Larousse). Ora, nem a música ritual, nem a música dramática, nem a música militar tem por vocação essencial serem agraváveis ao ouvido. É acaso possível que uma mesma música seja agradável aos ouvidos de todos os homens, quaisquer que sejam sua raça e sua cultura? (Para continuar, clique AQUI)

    Este artigo está no tópico - História da Humanidade, sub-tópico História da Música

    No próximo artigo, abordaremos a FUNÇÃO SOCIAL E PERCEPÇÃO. Não perca.

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