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    Diana e Actéon


    Este é o 7º artigo desta série. Os três últimos são:

    04 - Céfalo e Prócris
    05 - Juno e suas Rivais - Io
    06 - Juno e suas Rivais - Calisto

    Vimos, assim, dois exemplos da severidade de Juno para com suas rivais. Vejamos, agora, como uma deusa virgem castigou um ofensor de seu recato.

    Era meio-dia, e o sol encontrava-se a igual distância de ambas as metas, quando o moço Actéon, filho do Rei Cadmo, assim se dirigiu aos jovens que com ele caçavam o cervo nas montanhas:

    - Amigos, nossas redes e nossas armas estão úmidas do sangue das vítimas. Já nos divertimos bastante por um dia, e amanhã podemos recomeçar as nossas atividades.

    Agora que Febo cresta a Terra, deixemos de lado nossos instrumentos e entreguemo-nos ao repouso.

    Havia um vale rodeado por densa vegetação de ciprestes e pinheiros, consagrado à rainha caçadora, Diana. Na extremidade do vale havia uma gruta, não adornada pela arte, mas a natureza imitara a arte em sua construção, pois cravejara a abóbada de seu teto com pedras, tão delicadamente como se estivessem dispostas pelas mãos do homem. De um lado, jorrava uma fonte, cujas águas se espalhavam numa bacia cristalina. Ali, a deusa dos bosques costumava ir, quando cansada de caçar, e lavava seu corpo virginal na água espumejante. (Para continuar, clique AQUI)

    Este texto está no tópico - Mitologia

    Não deixe de ler o próximo artigo, LATONA E OS CAMPONESES, a ser postado em breve.

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